quinta-feira, 25 de dezembro de 2014

Feliz Natal!




Sejamos sinceros. Afinal, Natal no Brasil é assim: verão intenso! 

Feliz Natal, chiquititos!





segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

P A R A B É N S !

Primeiro, a nossa queridíssima Maria Antonieta de las Nievas, mais conhecida como Chiquinha - Chilindrina. A atriz completa hoje 64 anos. 

Desejamos um "felicicícímo" aniversário a esta figurinha. Te queremos demasiadooo! Eres chingona! Eso eso eso <3





Segundo, para nós! Chegamos a 26 mil visitas: EBAAAAAAAAAAAA =D gracias seus lindos! 

Sugiro que deixem comentários com as impressões, sugestões, dúvidas ou que quiserem falar rs

Bom, por hoje é só. Nos vemos logo mais: talvez não no mesmo horário mas, com certeza neste mesmo canal ;)


Kamilicha del 8!

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

FLORBELA ESPANCA - "A Hora que Passa"



FAVERO, Kamila, M.. Crítica teatral do monólogo Florbela Espanca - A Hora que Passa. Maringá: Universidade Estadual de Maringá. Out, 2014. (Feedback à atriz)


            Baseada na vida e obra da poetisa portuguesa Florbela Espanca (08/12/1894 – 08/12/1930), a atriz Lorenna Mesquita desenvolveu o estudo que deu origem ao monólogo “A hora que Passa” que esteve em cartaz no Teatro da Livraria da Vila em São Paulo (SP) até o último domingo (26) de outubro deste ano. A estreia do mesmo deu-se em Portugal, na cidade natal da poeta e agora retorna para outra temporada no país.

            “A hora que Passa” também é o título de um dos poemas de Florbela. É válido dizer que toda a dramaturgia foi construída com palavras da própria poetisa: O texto é uma espécie de colcha de retalhos, da união de cartas, trechos de seu diário e poemas. Esse, que nos posiciona dentro de um mundo de insatisfações, solidão e até de certa bipolaridade. Mas, sempre em um âmbito íntimo, introspectivo e extremamente sentimental. Não há rastros políticos em suas obras.

“O que teria passado na cabeça de Florbela Espanca pouco antes de morrer?” (A poetisa tomou uma alta dose de remédio para dormir) foi uma das questões do debate posterior, sendo esta também a justificativa do monólogo: a personagem (real) em seu quarto, em sua última hora de vida.      

Existem muitas controvérsias, propositais, no discurso, pois essa mescla representa as diversas sensações em distintos momentos de uma vida. Em certos momentos vê-se independência, isto é, uma pessoa com caráter marcante e decisivo, corajoso para sua época mas, que em outros se põe frágil e plenamente instável. É a ânsia de amar em confronto com o desejo da morte, uma morte precoce.

            A atriz traz esse ambiente para a cena de forma plausível e tira o público de um estado de conforto. Há momentos nos quais se sente uma pressão por parte da personagem, quando em verdade os questionamentos feitos são desta para si própria. Isso aponta que se consegue um envolvimento do todo com esse particular - apesar dos diversos termos formais e as metáforas presentes - ou ainda, pode-se apontar o inverso: do particular para o todo, no qual há uma identificação do público com o lamento individual.

Um discurso forte, iluminação intimista, ações mais internas, pouco acompanhamento musical e pobreza de elementos cênicos. Levantamos alguns destes, não como pontos negativos mas, sim como apontamentos da opção estética. Pois o pouco que estava em cena, por exemplo, foi útil e isso é válido. Em resumo, o que é apresentado é compatível entre si.

Por fim, pra quem a conhece, é uma honra de espetáculo, pra quem não, uma oportunidade: cênica e literalmente poética.




Hora que Passa

Vejo-me triste, abandonada e só
Bem como um cão sem dono e que o procura
Mais pobre e desprezada do que Job
A caminhar na vida amargura! 

Judeu Errante que a ninguém faz dó!
Minh’alma triste, dolorida, escura,
Minh’alma sem amor é cinza, é pó,
Vaga roubada ao Mar da Desventura!

Que tragédia tão funda em meu peito!...
Quanta ilusão morrendo que esvoaça!
Quanto sonho a nascer já desfeito!

Deus! Como é triste a hora quando morre...
O instante que foge, voa e passa,,,
Friozinho d’água triste...a vida corre...


Livro de Sóror Saudade – Florbela Espanca

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Mexicanismos (Expressões que misturam gírias e palavrões!) 2


gí·ri·a 

(origem controversa)

substantivo feminino
1. Linguagem característica de um grupo profissional ou sociocultural. = JARGÃO
2. Linguagem usada por determinado grupogeralmente incompreensível para quem não pertence ao grupo e  que serve também como meio de realçar a sua especificidade.
3. Linguagem considerada grosseira ou rude. = CALÃO


"gíria", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, http://www.priberam.pt/DLPO/g%C3%ADrias 


She loves you, yeah yeah yeah

 Pois bem muchachos, após a primeira postagem sobre o tema, trago mais algumas típicas gírias mexicanas, ou melhor dizendo meus adoráveis mexicanismos:




[Imagens da Internet]

 Algo próximo no português:
(não é uma tradução literal)
Péra!

Pérate, que en un rato me salgo / Espera que jájá eu saio.









Que porr*?
Ah vá! Por que não?


- No voy a la fiesta hoy.
- ? Por qué chingaos no ? / 
- Não vou a festa de hoje.
- Mas que merda, porquê? 








Sem dúvidas!
Com certeza!
Sim, sim!


Me voy a México! !A HUEVOOO! /
Vou para o México! UHULLL!












Presta atenção!
Cuidado!



Aguas wey! /
Cuidado cara!










y lluego? Curtiu?! 
 Veja a primeira parte desta postagem AQUI 


p.s.: As músicas que te recebem em nossa página são em homenagem a vida e morte do comediante mexicano Chespirito.



segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

A União das Repúblicas [VÍDEO]

Resultado do trabalho kamilitcha del 8 na UNIÃO DAS REPÚBLICAS 2014 (Maringá, PR)

>> Fiesta
>> Party






Tá afim de uma produção, um audio-visual para sua empresa, formatura, festa, casamento, evento bacana como este?

Entre em contato com a gente ;)






sábado, 6 de dezembro de 2014

Morre Chespirito aos 85 anos


Após desmentir diversas manchetes duvidosas ao longo dos últimos cinco anos, dessa vez não tivemos tanta sorte:


Morreu no dia 28 de novembro de 2014 um dos maiores "fabricantes do sorriso". Palhaço, ator, diretor (...) o artista, gênio, criador dos êxitos Chaves, Chapolin, El Chanfle, Chompiras e demais outros personagens queridíssimos em toda extensão da América Latina - desde a década de 70 - 
Roberto Gomes Bolaños, o mexicano ilustre, aos 85 anos partiu da cidade de Cancún ao céu.  





É inevitável não lamentar a perda, afinal como já disse inúmeras vezes, este senhor e sua produção tem um altíssimo nível de culpa por essa minha cumplicidade com o povo mexicano, por meus interesses e ainda pela paixão pelo cômico, comunicação e arte: por estar em uma graduação de teatro! Entre outros, como o nome do nosso blog, por exemplo (Chavo del 8 - Kamila del 8).


"O meu super herói favorito nunca foi o Super Homem ou o Batman... Quem eu sempre curti mesmo foi Chapolin Colorado!" Kamila Favero, del 8.



Muitas pessoas me perguntam como eu não busquei conhecê-lo enquanto estive no México. Em resumo, os dias que estavam reservados para tal aventura que já estava mapeada (quando fui conhecer Cancún, onde vivia Chespirito) foi uma época realmente muito difícil. Acontecimentos no Brasil (com minha amiga) tiraram minhas forças para encarar tal missão. Pensei que haveria uma outra oportunidade, mas não foi bem assim...  


Se esse item da minha lista de desejos tivesse sido apontado como concluído, seria preenchido por um grande abraço, junto com um sorriso meio amarelo e desconcertado, mas em parceria de um sincero e gigante "gracias"!



Eu não te conheci ("não fomos apresentados"), mas agora, aí de cima, de onde se pode ver tudo, quem me conhece é você Roberto! 

SALUDOS de una gran amiga de Brasil!