terça-feira, 18 de outubro de 2016

Whitesnake no Rio de Janeiro, baby!

LITERALMENTE HERE I GO AGAINNNNNNNNNNNN!


Ou melhor, já fui hehe JÁ FUII outra vez, meu povo! 
Trazemos aqui o "atestado" haha a comprovação:


>> No dia 02 de outubro aconteceu o estupendo concierto do WHITESNAKE no Rio de Janeiro <<

Dessa vez não perdi (ou quase), mas, que cheguei um cadim atrasada, cheguei HAHAH 
Fiquei lá atrás :( #triste 
Mas, nada que me impedisse de reviver aquele climinha de amnésia cidade, de degustar de um bom hard rock a la años oitchenta, daquele romance com rock, fogo e oncinhas... ADOOORO haha 
(Nada impediu mesmo, nem o cara doido do uber, nem eu ter esquecido meus óculos -jumenta!- entre outros empecilhos rs) 



Playlist tava  M U I T O  boa: Here I Go Again, Is This Love, Still Of the Night, Crying in the rain, Fool for Your Loving, Love ain't no Stranger, e outras... SÓ MUSICÃO (como diria o meu pai kk) marcaram presença!
 David Coverdale, o vocal, afinadíssimo ... arrebentando! Que orgulho, né?! 

Quanto a duração do show, eu SEMPRE acho que poderia ser mais.....! HAHA NÃO SEI PQQ! AAAh é sério! Mas, já dizia o mestre Maycon Reis, "O Tempo passa rápido quando a gente se diverte!

Imagina então, quando a gente se diverte PA CARAYS?! Cantando, bailando, pulando, and others rs Passa igual um tiro :( 
#quero mais #jaaaaaaa #AGAIN
 VEJA GRAVAÇÃO de IS THIS LOVE 


Eles pediram "Give me all your love Tonight" e foi o que fiz <3 
TO IN LOVE (mais que antes rs)

Kisses, Kami =*

sexta-feira, 7 de outubro de 2016

Rio Cultural

 Onde? CCBB (Centro Cultural Banco do Brasil)
Valor: Livre
Exposição - MUITO Interessante 


Para trazer a questão das mutações genéticas para o território da arte, a artista australiana Patricia Piccinini se utiliza do realismo como linguagem, apresentando ao espectador um universo de criaturas desconhecidas, porém palpáveis e surpreendentemente afetuosas. ComCiência, um neologismo que carrega sentido duplo, conectando consciente e ciência, propõe ao público um percurso narrativo entre esculturas, desenhos, fotografias e vídeos.

 


Enquanto percorria a exposição, o espanto e o encantamento ficavam disputando lugar em minha cabeça. 
A imagem que nos deixa curioso, tem fator intensificador na representação ultra realista, causando reações internas que são capazes que nos perfurar psicologicamente. Crianças? Idoso que voltam a ser crianças? 
Uma exposição realmente intrigante. 


Exposição Encerrada no RIO!
 Em cartaz em SP!




 Onde? Instituto Moreira Sales
Valor: Livre
Exposição - Interessante
 

Além das 40 cartas – a maior parte recebida por Boal –, estarão expostos fotografias, passaportes, alguns livros, leituras e depoimentos em vídeo de Chico Buarque, Fernanda Montenegro e Cecilia Boal, viúva do teatrólogo.
 
Das centenas de correspondências preservadas no acervo do Instituto Augusto Boal, foram selecionadas as cartas que tocam mais intimamente na solidão do desterro. Entre elas, as de sua mãe, dona Albertina, e de amigos, como Chico Buarque, Ferreira Gullar, Fernando Peixoto, Dias Gomes e Fernanda Montenegro
.
Parte desse material é apresentada ao público pela primeira vez e, entre seus destaques, está uma carta escrita por Chico Buarque, em 20 de julho de 1975, em que comenta a parceria entre eles para Mulheres de Atenas, composta para uma peça de Boal nunca encenada, e uma letra ainda não finalizada para um chorinho de Francis Hime, mais tarde batizado de Meu caro amigo, canção que inspirou o nome desta mostra Outro destaque é a carta da atriz Fernanda Montenegro, que escreveu animada ao amigo em 25 de abril de 1984, dia em que estava sendo votada a emenda constitucional pelas “diretas já”, mas que complementa sua carta na madrugada seguinte com a informação de que infelizmente a proposta não havia sido aprovada.

Boal aproximou-se do teatro na década de 1950, enquanto fazia seu PhD em engenharia química em Nova York. Quando voltou ao Brasil, em 1956, passou a integrar o Teatro de Arena, uma das mais importantes companhias teatrais brasileiras. Após dirigir algumas peças, no início dos anos 1960 já era um dos grandes nomes da dramaturgia brasileira. Em 1971, foi preso e torturado, e, logo em seguida, decidiu deixar o país com a esposa, Cecília Boal, inicialmente se instalando na Argentina, país de Cecília. Passou pelo Peru e por Portugal e, em 1978, mudou-se para Paris. Suas primeiras técnicas do Teatro do Oprimido surgem no ano em que partiu para o exílio, e seus textos a respeito foram publicados pela primeira vez em 1974 na obra Teatro do oprimido e outras poéticas políticas. Mas foi na cidade francesa que criou o centro para pesquisa e difusão do Teatro do Oprimido. Com a ajuda da esposa, desenvolveu um teatro mais interiorizado e subjetivo, o método Boal de teatro e terapia. Voltou definitivamente para o Brasil em 1986, indo morar no Rio de Janeiro onde criou o Centro do Teatro do Oprimido, que tinha como objetivo principal tornar acessível a linguagem teatral a qualquer pessoa.


* Exposição Encerrada




 Onde? Instituto Moreira Sales
Valor: Livre
Exposição - MUITO Interessante
 

Millôr: obra gráfica reúne 500 originais de um artista de difícil classificação. Humorista, dramaturgo e jornalista, Millôr fez do desenho seu principal meio de expressão, tornando-se referência para diversas gerações.

 

É a primeira retrospectiva dedicada aos desenhos do humorista, dramaturgo e tradutor. Em 500 originais, os curadores Cássio Loredano, Julia Kovensky e Paulo Roberto Pires mapeiam os principais temas que estiveram presentes ao longo de 70 anos de produção do artista. Ao ganhar as galerias, os desenhos, feitos principalmente para serem publicados na imprensa, revelam a força e a complexidade de uma obra fundamental para a arte brasileira. Acompanha a mostra um livro que, além de reproduzir os originais, traz ensaios críticos e uma cronologia de vida e obra de Millôr.

A mostra divide em cinco grandes conjuntos a obra gráfica de Millôr, dos autorretratos à crítica implacável da vida brasileira, passando pelas relações humanas, o prazer de desenhar e a imensa e importante produção do “Pif-Paf”, seção que manteve na revista O Cruzeiro entre 1945 e 1963. O acervo de Millôr, que reúne mais de seis mil desenhos e seu arquivo pessoal, está sob a guarda do Instituto Moreira Salles desde 2013.

* Exposição Encerrada